Em um mercado cada vez mais competitivo, a pressão por resultados é cada vez maior. Dentro das empresas, essa pressão impacta diretamente no clima organizacional e, também, nos relacionamentos entre gestores e colaboradores. Neste contexto, é comum encontrarmos situações de assédio moral, provocadas não só pelo total despreparo e desequilíbrio dos líderes.

O assédio moral não é algo novo, mas vem sendo tratado de forma diferente, já que as reclamações trabalhistas passaram a ganhar espaço e a trazer sérios transtornos e prejuízos às empresas.

O que é assédio moral

O assédio moral pode ser entendido como a exposição constante do colaborador a situações constrangedoras ou de humilhação, normalmente por parte do superior hierárquico. Surge, então, uma grave degradação das condições de trabalho, de forma sistemática, intencional e direcionada. Esse assédio é caracterizado por uma conduta abusiva, seja por gestos, palavras, comportamentos ou atitudes.

Os prejuízos causados pelo assédio moral

Essa postura causa uma série de danos ao colaborador assediado, mas também afeta negativamente toda a equipe. A qualidade do ambiente de trabalho é fortemente prejudicada, o rendimento despenca, cria-se a cultura do medo e da imposição — e esses fatores apenas denigrem a imagem da empresa.

Além disso, os prejuízos derivados de ações trabalhistas podem colocar em risco a saúde financeira da empresa, já que as indenizações costumam ser altas. Sem contar as despesas com advogados especializados e, principalmente, os estragos e arranhões na reputação e na credibilidade da organização.

Como prevenir o assédio moral

O repúdio ao assédio moral deve estar entre os valores da empresa e fazer parte de sua cultura organizacional. A prevenção precisa estar fundamentada na adoção de práticas relacionadas a uma gestão de pessoas assertiva, envolvendo todos os aspectos necessários para consolidação de um ambiente produtivo, onde as diferenças são respeitadas, as competências valorizadas e a participação dos colaboradores, estimulada.

Para tanto, é preciso definir e difundir essas práticas, com foco especial nos gestores, em todas as posições hierárquicas. Além disso, é necessário monitorar a obediência as regras de conduta e criar meios para facilitar a denúncia de casos de assédio. E, acima de tudo, é essencial agir com firmeza, em situações em que o assédio moral é caracterizado. Não é possível permitir tal comportamento, já que está em desacordo com a própria cultura da empresa.

O papel dos gestores

Os gestores são fundamentais para a eliminação do assédio moral, por isso, devem estar devidamente preparados. Habilidades comportamentais precisam ser desenvolvidas, como maturidade, equilíbrio emocional, o poder de negociação e persuasão, a capacidade de construir relacionamentos produtivos e, principalmente, o respeito e a educação com todos os demais.

Um gestor deve saber lidar com as pressões e conflitos, filtrar as emoções e atuar de forma assertiva, motivadora e engajada. Orgulho, soberba, arrogância, agressividade, truculência, são atitudes negativas no mundo corporativo. Assim, a empresa precisa investir em treinamentos específicos, que tratem essas questões comportamentais, além de oferecer outras ferramentas para o desenvolvimento das lideranças, como o coaching, por exemplo.

Os benefícios produzidos por uma gestão de pessoas que combate o assédio moral

O combate claro ao assédio moral proporciona uma série de benefícios à empresa, a começar pela própria imagem e reputação de boa empregadora. Esse aspecto é extremamente positivo, no sentido de atrair talentos e profissionais competentes. Além disso, o clima organizacional é capaz de influenciar na performance da equipe, no atingimento de metas, na participação dos colaboradores e, também, nos índices de motivação.

Vale lembrar que quando o assédio moral é eliminado, indicadores importantes apresentam melhora, e custos são reduzidos. Há menos rotatividade entre colaboradores, e consequentemente, menos despesas com rescisões de contrato e novos processos seletivos, o absenteísmo diminui, e também existem impactos em índices de qualidade, perdas e retrabalhos, e satisfação do cliente.

Desta forma, fica evidente que uma gestão com foco em pessoas e em resultados pode trazer benefícios significativos para o negócio, através de condutas alinhadas com as necessidades dos colaboradores, respeitando o potencial profissional, criativo e pessoal das equipes, em prol de objetivos maiores.

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