Diversas expectativas surgem na mente de quem pensa em expandir ou começar um novo negócio. Todavia, poucos sabem que uma gestão ruim, a ausência de planejamento e a falta de estudo de viabilidade técnica e econômica de uma organização são as grandes responsáveis pelo fracasso precoce das ideias.

É primordial, para que um planejamento tenha sucesso, que o gestor faça o estudo de viabilidade sobre o que deseja realizar. Sem ele, o profissional deixa de atuar de forma estratégica e fica refém de situações contrárias, agindo apenas para solucionar problemas que aparecem. Com esse diagnóstico, é possível ter o conhecimento necessário para saber se terá o retorno dos investimentos.

Neste post, vamos mostrar o que significa estudo de viabilidade técnica e econômica e as principais diferenças entre eles. Acompanhe!

O que é o estudo de viabilidade técnica?

A primeira etapa desse estudo é a análise técnica do empreendimento. O time de avaliadores deve determinar se o escopo do projeto pode ser feito. Nessa fase, elementos como localização, entorno, condições do solo, restrições ambientais e geotécnicas precisam ser considerados.

Durante uma obra ou construção de algo, esse termo surgirá em algum instante do projeto, visto que é considerado relevante no que se refere à tomada de decisão.

O estudo de viabilidade técnica de um projeto é obrigatório por lei e nada mais é do que um documento que engloba todas as variáveis da obra, além de averiguar o risco e o retorno que o empreendimento terá, considerando fatores como estrutura, instalações, informações legais e ambientais etc.

Com essas informações em mãos, fica mais fácil e eficiente a tomada de decisão no que tange as mudanças estruturais, construções e obras, evitando problemas futuros. Cada projeto tem as suas discriminações e, por essa razão, o estudo pode sofrer variação.

Em geral, o documento refere-se a um levantamento completo de todas as demandas da obra, considerando o escopo do trabalho a ser realizado. Isto é, o estudo de viabilidade técnica analisa e agrupa dados prévios sobre elementos como:

  • restrições de entorno;
  • custos e despesas do projeto;
  • condições do solo e restrições geotécnicas e ambientais;
  • valor de mercado previsto depois da conclusão do projeto;
  • taxa de ocupação, coeficiente de permeabilidade e recuos;
  • limitações ligadas à legislação, zoneamento, regras condominiais e operações urbanas;
  • código de obras, plano diretor municipal, leis de utilização e ocupação do solo, código sanitário e florestal;
  • cenários e alternativas.

Com essas e outras informações em mãos, o engenheiro e o arquiteto responsáveis pela obra formam um guia para executar e aprovar o projeto. Além de assegurar a legislação e os padrões, evitando sanções, multas e outros gargalos mais sérios, o documento possibilita uma melhor gestão do tempo e do dinheiro que será utilizado ao longo do processo.

Inclusive, o estudo assegura a prevenção de acidentes, assim como ajuda os profissionais a compreender os imprevistos que podem ocorrer ao longo da realização do trabalho, visto que engloba um passo a passo com todas as fases do processo.

O que é o estudo de viabilidade econômica?

É importante compreender o cenário econômico atual, já que ele pode definir o sucesso ou não das vendas. Por esse motivo, a viabilidade econômica é a última variável estudada e representa a fase em que o lucro do projeto será determinado, verificando a ligação do mercado com o empreendimento.

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Como o próprio nome diz, um estudo de viabilidade econômica engloba várias análises sobre o mercado, com o objetivo de compreender se é possível colocar o projeto em prática. Dessa forma, ele precisa ser realizado antes da execução de qualquer plano de uma organização.

Além disso, o estudo de viabilidade econômica evita que a empresa perca dinheiro com investimentos que não trarão o retorno aguardado. Afinal, mesmo que na teoria algumas ideias pareçam boas, as coisas podem não sair como o esperado.

O estudo de viabilidade econômica procura analisar a aplicabilidade do negócio e é possível ter uma projeção do seu comportamento diante do mercado.

Quais são as diferenças entre os dois?

Todo projeto realizado, desde a abertura de um negócio ou empresa até a concretização da viagem dos sonhos, demanda um planejamento prévio. Isso acontece devido ao fato de existirem riscos inerentes a ele.

A fim de que tais riscos sejam evitados, são feitos estudos para analisar a viabilidade técnica, na qual é averiguada a presença de recursos que permitam a conquista do produto final e suas determinações, e a viabilidade econômica, que faz o estudo das melhores opções de investimento para analisar se o retorno supre os requisitos do cliente.

Esses são os dois principais tipos, mas existem vários outros elementos que influenciarão na viabilidade de seus projetos. O estudo da viabilidade técnica, como vimos, considera elementos como estrutura, instalações, informações ambientais, informações legais, entre outros.

O estudo de viabilidade econômica procura analisar a aplicabilidade do negócio e conseguimos ter uma ideia do seu comportamento diante do mercado. No estudo de viabilidade financeira é possível esboçar cenários e atestar se o empreendimento é lucrativo e sustentável.

Já no estudo de viabilidade técnica, o momento serve para verificar se a equipe tem a capacidade de desenvolver o produto ou entregar um serviço. Primeiramente, é preciso traçar toda a jornada de utilização do produto, caso isso ainda não tenha sido feito.

Depois, a equipe técnica precisa propor o objetivo do projeto, com as regras de negócio e tecnologias abrangidas, e apresentar uma conjectura de custo de desenvolvimento da solução. O intuito dessas etapas é verificar se é possível desenvolver a solução com a tecnologia disponível e se o valor do desenvolvimento pode ser assimilado pelo time.

Agora você entende sobre o estudo de viabilidade técnica e econômica, incluindo suas principais diferenças. Com essas variáveis, é possível ser mais assertivo ao arquitetar o empreendimento. Diante do cenário econômico atual, com orçamentos tão limitados, pode ser fator de sucesso escolher um modelo mais rentável.

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